Brasil tem cerca de 2 milhões de pessoas com autismo, estima OMS; entenda o transtorno, como identificar e como conviver

“Informação gera empatia, empatia gera respeito”: essa é a frase tema do Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, no mundo, existam 70 milhões de pessoas com o transtorno do espectro autista (TEA) — 2 milhões só no Brasil, segundo dados de 2010.

O TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento que tem padrão de comportamentos repetitivos e dificuldades na interação social.

A neuropediatra e neurocientista Liubiana Araújo esclarece que, quanto antes se percebe a diferença no neurodesenvolvimento da criança, melhores são os resultados durante o processo de crescimento.

“As diferenças podem ser percebidas desde o nascimento, porque existem dois tipos de transtorno do espectro do autismo. Uma apresentação que tem atraso desde os primeiros meses de vida. O bebê que quando está amamentando não olha nos olhos, que é mais sério e não sorri para as pessoas na rua, que fica irritado, que não demonstra interesse. E tem uma segunda apresentação que é a criança que tem regressão no desenvolvimento. Costuma ter um desenvolvimento típico até por volta do 1 ano e meio, 2 anos, quando passa a perdê-lo: deixar de falar algumas palavras, perder o olhar nos olhos, passar a brincar de forma mais restrita”, explicou a neuropediatra e neurocientista.

Em ambos os casos, a recomendação é procurar imediatamente uma avaliação médica. As pesquisas sobre o assunto estão avançando e ela também esclarece que o TEA envolve fatores genéticos

Na comemoração de 12 anos, em janeiro deste ano, ele quis festejar. No dia tão esperado, um temporal caiu em Belo Horizonte e inviabilizou a realização da celebração. Mas isso não foi motivo para que esse momento único para o desenvolvimento dele acontecesse.

Fonte: G1.

Descubra mais sobre Biored Brasil

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Deixe o seu comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.